por Ivan Tadeu Gomes
“Nós, como seres humanos que somos, temos a faculdade do pensamento racional. E com a razão, vem a compreensão do certo e errado, correto? Logo, devido nossa faculdade do raciocínio, temos a capacidade de escolher.
Escolha!
Palavra que define o livre arbítrio. Você escolhe seus amigos; se vai estudar ou ficar de bobeira na internet; se vai ser um engenheiro ou vai virar hippie e ir viver em uma sociedade alternativa.
Por que tantos exemplos?
Para que você perceba como a sua vida se baseia nas suas escolhas. Desde a cor a sua roupa como ao rumo da sua vida: você é o reflexo das suas escolhas!
Entenda a complexidade, a responsabilidade e a benção que o livre arbítrio nos proporciona. Sem ele, seriamos máquinas, um robô super inteligente, mas sem a menor autonomia. “
Enfim! Cheguei onde queria!
Segundo Emmanuel (mentor de Chico Xavier), nossa única missão é evoluir, melhorar-nos. Buscar a cada dia chegar mais perto de Deus, nosso amado pai. Mas vem cá...
Máquinas evoluem? Ou melhor, máquinas se “auto-melhoram”?
Tomemos um exemplo mais concreto
O computador.
O computador é uma máquina, certo? Uma máquina que tem o homem como seu criador. Digamos que seu computador esta defasado, obsoleto, ultrapassado. Então você vai lá e troca suas peças. Força-o a evoluir. Você o evolui.
O que quero transmitir com essa apologia, é o raciocínio de que, sem o livre arbítrio, nós não evoluiríamos por conta própria, como assim o fazemos. Essa é uma das vitais importâncias do livre arbítrio, da liberdade de escolha.
Se erramos ou acertamos, aprendemos de qualquer jeito.
Tendo compreendido isso, somado com o conhecimento da pluralidade das existências e da justiça divina, temos que, tudo que somos ou o que passamos, é resultado das nossas escolhas, boas ou más. E, desse modo, nunca podemos culpar nosso Pai Maior pelas dificuldades pelas quais passamos.
E quando chegamos lá, no grau maior que estamos buscando (a Perfeição), seremos os reais merecedores do status que alcançamos. Pois, o caminho que tomamos para chegar lá, foi traçado por nós mesmos.
Então só depende de nós o comprimento e a intensidade do caminho que iremos percorrer. Pois, queremos ou não, todos chegarão lá, mas dia, menos dia.
Fim da Parte 1
Obs1: Este texto foi todo baseado no entendimento sobre a leitura do “O Livro dos Espíritos”, onde os Espíritos da Verdade respondem as perguntas de Allan Kardec. Logo, procurando a veracidade ou maiores informações, busque no Livro dos Espíritos. O Livre arbítrio está mais precisamente entre as perguntas 843 à 850.
Obs2: Comentarei sobre o Livre Arbítrio divididamente em parte, já que não ficaria bem elucidativo espremendo em um único texto, e a leitura seria bastante cansativa. Enfim, vamos à discussão.
Ivan Tadeu Gomes.
10/05/08

